
Com malas arrumadas, ainda me lembro das músicas, e do rosto, que antecedeu minha descida pelas curvas das estradas de Santos, como diria Roberto Carlos. O dia era 5 de janeiro e, assim como eu, jovens de toda as partes do mundo estavam se dirigindo ao litoral paulista. O objetivo: se isolar de tudo, e de quase todos, durante 33 dias e mergulhar num rico processo de autoconhecimento. E aprender novas maneiras de se construir, de forma coletiva, o mundo que a gente sonha. Movimento mão na massa, meu filho. E não é que passou num piscar de olhos? Desde que voltei, estava com vontade de contar um pouco desta história. Mostrar o processo, não necessariamente da forma que ele é, foi, mas da forma que eu o vivi. Sem muita censura sobre o time line de tudo. São coisas distintas, né? Então. Imagine se jogar num grupo de quase 50 jovens. Bolivianos, paraguaios, mexicanos, norte-americanos, colombianos, argentinos, enfim, representantes dos cinco continentes. Em comum, o desejo de transformar (By Asche) suas comunidades. Mas fazer isso de uma forma alegre, divertida, gostosa, sem “burrocracia”. Sem esperar muito. É assim; pá, pum! E chamar muitos os próprios moradores para viver esta transformação. Paremos por aqui, né?! Blog tem que ser curto, não um livro. Vale muito dizer que no primeiro dia

a gente construiu algumas coisas que iríamos usar durante os próximos 32 dias; hortas, porta-sapatos, puffs. Gosto desta idéia. E olha as fotos. Ao lado da Horta, a Marina.
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